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quarta-feira, abril 14, 2021
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As terríveis letras SSSS no cartão de embarque

Algumas pessoas recebem o cartão de embarque em voos com destino aos EUA ou mesmo em voos domésticos dentro dos Estados Unidos com  quatro terríveis letras: SSSS. Tecnicamente, elas significam Secondary Security Screening Selection, mas bem poderiam significar meu voo vai me dar dor de cabeça, porque é isso que a inspeção secundária de segurança é.

.

O SSSS no cartão de embarque significa que você foi escolhido para uma revista completa. O programa Secure Flight identifica passageiros de baixo e alto risco antes deles chegarem no aeroporto, comparando os nomes com as listas de passageiros que estão na no-fly list e na lista de controles de doenças do CDC (Centers for Disease Control).

Com ele, o passageiro não consegue fazer o checkin online, sendo obrigado a se dirigir ao balcão da empresa no aeroporto. Lá mesmo, após a entrega do passaporte para o checkin, um funcionário da companhia aérea leva o passageiro – sem cartão de embarque e sem passaporte – para uma verificação completa.

Isso inclui revista corporal extra, verificação detalhada de todos os itens da sua bolsa e mala de mão, verificação de resíduos de explosivos nos pertences e mãos, etc. Resumindo: um aborrecimento só.

Algumas razões para ter o cartão de embarque com SSSS são:

  • Itinerários fora do comum ou passagem compradas em menos de 24 horas
  • Passagens apenas de ida para os Estados Unidos.
  • Passagens pagas em dinheiro vivo.
  • Seleção randômica.

Tem gente selecionada para um único voo, e outras continuam com o SSSS em diversos voos. O Brian Kelly do TPG levou 10 viagens para que o SSSS sumisse dos cartões de embarque após uma viagem para a Turquia.

Existe um procedimento para pedir investigação para ser retirado da lista se começar a acontecer frequentemente. É necessário entrar na página do DHS (Department of Homeland Security) e pedir um “redress”, que é um procedimento administrativo em que o passageiro terá que enviar uma série docs que serão analisados pelo governo americano.

Se tudo correr bem, é concedido um número (redress number) que deverá ser inserido na compra de passagens ou no checkin.

Alguém já teve essa experiência? Eu sou uma sortuda por nunca ter tido problemas, mesmo tendo entrado nos EUA mais de uma vez sem bilhete de saída.

Para acessar a página DHS(TRIP), clique aqui.

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38 COMENTÁRIOS

  1. Comigo ocorreu em um embarque de gru pra LAX ano passado…checaram só bagagem de mão e verificaram se tinham algum resido na mochila ou nas minhas mãos…acredito que foi por que no mesmo dia eu tinha acabado de chegar em gru na parte da manhã de roma e a noite já estava embarcando de novo…meio estranho ou fora do normal…kkk

      • Agora me lembrei de uma:
        Uma vez, minha filha teve que fazer uma inspeção nas mãos saindo do Brasil…
        Eu falei pra ela: isso que dá vc detonar os dólares do seu “papi” na Sephora.. e depois usar meio quilo me maquiagem… que ela nem precisa porque “puxou” o dna da mãe, isto é, é linda…rsrs

  2. Já tive uma vez em uma passagem comprada com menos de 1 mês da viagem, embora as outras 3 pessoas não passaram por isso.
    Achei bem chato, porém essa semana ao retornar não tive mais o SSSS.

  3. Olá Beatriz, já tive por 06 anos consecutivos, um saco! Dependendo do país que você estiver embarcando, além do tempo gasto, pode ser bem constrangedor.
    Saindo de GRU é moleza!
    Dica: se estiver viajando com alguém o segredo é deixar todos os seus pertences com o seu acompanhante antes de ser chamado para revista. E ela acontece sempre no embarque e não no check-in.

  4. Nunca fui selecionada mas conheço quem já foi. Uma parte é completamente randômica. E inclui verificação de mala despachada também, na presença da pessoa. E se o voo não sai por qualquer motivo, inclusive problemas da própria cia aérea, no dia seguinte vai ser igualzinho. Tem gente que fica histérica, tenta o “sabe com quem está falando”, não adianta, vai ser submetido da mesma forma.

      • Carteirada nos EUA ????
        Tá querendo me matar de rir ??? rsrsrs…
        Lá, mesmo sendo “graúdo”, quando vai preso, sai algemado e não pode colocar a capa em cima das algemas pra esconder…
        Se bobear, o policial algema com as mãos pra trás…
        A coisa é bem republicana.. bem diferente da Banânia Island…

        • Henry, o que tive conhecimento foram de casos ocorridos no Galeão, antes da partida, portanto em Banânia mesmo. Mas a tentativa de carteirada não dá certo. Não gostou, não voa, a pessoa é livre, né?

          • No Rio de Janeiro então, o que tem de viúvas de quando era capital federal e comissionados do governo federal… Fora os pseudo intelectuais e artistas famosos.

  5. Nas 7 vezes que fomos aos EUA, tivemos postado no alto do bilhete uma sequência de 8 letras, bem parecidas com as que vc postou na sua matéria:
    A sequência era essa:
    RSRSRSRS…( que significa: só alegria)..
    kkkk
    Agora falando sério..
    Nunca tivemos nenhuma dessas ocorrências, como tb, não sei porque, mesmo emitindo passagens em econômica, não sendo elite na OW/AA, em quase todas as vezes que fomos aos EUA, nos bilhetes vieram escrito PRIORITY, e, em 3 vezes, foi impresso nos nossos bilhetes TSA PreCheck e tinha um sinal de “V” nele…
    Zero de aborrecimento com Tio Sam…idem na Receita no Brasil…
    Única vez que nos pararam, foi porque minha esposa resolveu zerar o estoque de um biscoitinho “Oreo”, no Walmart e o fiscal da SRF queria saber o que era aquele monte de saquinhos na mala dela……rsrs

      • Eu sempre tive TSA PreCheck só quando fui de Avianca que não rolo o TSA PreCheck porém não tive o SSSS, aliás na última vez foi muito louco fiz a imigração no totem em MIA segui pra fila de imigração, a menina pegou meu cartão do totem e me mando pro global entrey, falei pra ela que não tinha o global entry, ela falo que era pra ir e ponto final! O cara do guichê só carimbo! Ficou com o cartão do token e me desejou boa estadia! Fiquei de cara não pediu quanto tempo! Que é bem costumeiro, ou onde eu iria! Absolutamente nada! Me deu seis meses e me mandou embora!

      • É vero..
        Até hoje eu não entendi porque eles colocam Priority nos meus bilhetes de embarque e porque sempre recebemos o TSA PreCheck, pois eu não sou elite e como vamos sempre em “bando”,rsrs…. vamos de econômica mesmo….

  6. Eu já viajei diversas vezes para os EUA com passagem de ida separada da volta e nunca tive problema com o SSSS. Porém, tive outro parecido: nas últimas três passagens pela imigração, eu era direcionado para a secundária, tinha de esperar uns 10 minutos, responder umas perguntas tolas e ser liberado. Na segunda vez, perguntei ao oficial da imigração o porquê e, apesar de não poder me responder claramente, disse que parte do meu nome acionava algum alarme, mas que iria corrigir o prontuário para isto não acontecer mais. Não adiantou e reclamei na terceira, recebi a mesma resposta que iriam corrigir meu prontuário e quando disse que já me haviam falado isto, me deram um panfleto com o endereço do DHS para pedir uma revisão.
    Preenchi o formulário mas a resposta, por carta, é engraçada (e padrão), meu caso foi analisado e não podem me dizer se fizeram alguma coisa ou não, se havia algum problema e foi corrigido ou se permanecerá como está. Vou descobrir se fez alguma diferença na próxima vez que for aos EUA.

  7. Aconteceu comigo ano passado voando ARN-JFK, achei que fosse porque eu era um dos poucos nao escandinavo/americano embarcando… Nao tinha associado ao fato de o bilhete ser ow, mas achei o inconveniente bem tranquilo. Voei p la de novo nesse ano e nao teve essa inspeção no embarque!

  8. Eu já tive o prazer de receber o SSSS

    Foi em Dezembro/2015 ao viajar com minha família para NYC… O intinerário era BSB-MIA-CVG(Cincinnati)-LGA. Comprado ida-volta no site da AA, 4 pessoas, economica. (E com esta conexão extra em CVG devido menor preço da passagem! 🙃). Eu era ruby na OW pelo status na Tam.

    Meu bilhete de BSB-MIA tinha estampado o SSSS. Na época não sabia o que isto significava.

    No embarque em BSB fizeram apenas uma pequena revista adicional na minha mochila… Até aí tudo bem.

    Em MIA na hora de passar pela segurança não tive problema. No embarque o leitor não liberou meu bilhete inicialmente. O atendente no gate passou novamente, digitou algumas coisas no pc e me liberou.

    Em CVG não tive que passar pela segurança inicialmente, mas ao embarcar no voo final para NY o leitor não liberou meu bilhete. O atendente da AA fez 32mil perguntas para mim e chamou o pessoal da TSA, me negando o embarque. Até o agente chegar, já estava chegando o horário da decolagem. Conversei com o supervisor da AA ainda no gate e disse que iria me acompanhar junto com o agente da TSA para a área de segurança e iria segurar o avião em solo por 10min.

    Fomos até a area de segurança (que era bem longe, ainda mais considerando um aeroporto de pequeno porte no interior dos EUA) e lá tive que passar pelo detector de metal, body-scan, pat-down, kit completo. Ao revistar minha mala meu iPad não queria ligar! Falaram que eu teria que deixar ele lá se eu quisesse embarcar… Fiquei insistindo alguns segundos (que pareceram uma eternidade) e graças ao Steve Jobs apareceu a maçãzinha na tela!

    O agente me liberou e o supervisor da AA disse: “run”

    No final das contas consegui embarcar no voo. Com todos os olhos voltados para mim com cara de reprovação. 😂

    Na volta resolveram me dar de surpresa no checkin um TSA Pre-Check! Vai entender…

    E ultimamente estou tendo a sorte de, além de não ter mais o SSSS, de passar pela fila mais rápida no border control, sem o “X” no formulario! Vai entender de novo né?!

  9. Nunca tive problemas nos EUA, entretanto uma vez que fui para Amsterdam um moleque que trabalhava na imigração implicou comigo. Fez as questões tradicionais, que respondi e também mostrei os comprovantes (reservas de todos trechos aéreos, hotel, etc) e várias improcedentes que respondi meio irritado. Ele me liberou e fui para a estação pegar o trem até o centro da cidade. Fui seguido por um agente undercover (que não disfarçava nada que era polícial) até lá, onde peguei um taxi, dei um tchauzinho para ele, que então parou de me seguir

  10. Uma boa estratégia para evitar o SSSS é preencher todas as suas informações (nome completo, passaporte, endereço, etc etc etc) no site da empresa aérea o quanto antes. Em teoria quanto mais tempo seus dados ficarem no sistema será mais fácil e rápido para as agências de segurança americanas verificarem a veracidade das informações e te colocarem fora das listas de pacientes suspeitos.

    Isso ajuda, mas obviamente não é garantia de nada pois outras informações entram na avaliação de risco. Por exemplo, provavelmente você cairá no pente fino se recentemente viajou para o Irã ou algum outro país da “lista negra” deles.

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