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quinta-feira, maio 6, 2021
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Cachorro morre no compartimento de bagagem da cabine de um avião da United

A terrível história do dia nas redes sociais trata da morte de um cãozinho dentro do compartimento de bagagem em um avião da United Airlines.

O cão embarcou na cabine em sua “casinha” juntamente com sua dona. A comissária afirmou que o cachorro só poderia ir dentro do compartimento de bagagem que fica acima das poltronas.

Segundo testemunhas, a dona do cão resistiu e mas a aeromoça permaneceu irredutível. Com medo de ser expulsa do avião e ainda sofrer sanções criminais se desafiasse a comissária, a dona cedeu.

Durante o voo, os passageiros ouviram o cãozinho latindo, o que agora presume-se, foi em razão da pura agonia. Não se sabe se o cão morreu sufocado ou pressionado pela movimentação das bagagens durante o voo.

As companhias aéreas cobram pelo transporte de animais na cabine e eles podem ir debaixo do assento, no caso de animais bem pequenos, ou até mesmo no assento ao lado.

Em nota, a United assumiu responsabildade pelo ocorrido e promete providências.

Entretanto, ninguém sabe o nome da comissária (a United tampouco divulgou) para acompanhar o desfecho do caso que somente pode ser um: a demissão sumária dessa funcionária.

Quando é que nós, passageiros, vamos colocar a nossa humanidade acima do valor da passagem e passar a boicotar algumas empresas?

United nunca mais.

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34 COMENTÁRIOS

  1. A United também, hein… Cagada atrás de cagada.
    Logo agora que o povo começou a esquecer da história daquele médico asiático sendo arrastado para fora de um avião por overbooking. smh

  2. Beatriz, você está certíssima. O boicote é a maior arma que nós, clientes, temos. Você não está sozinha nesta, mais uma que não voará United! Parabéns pela matéria ~e por todo o blog, rs.

  3. A United também, hein… Cagada atrás de cagada.
    Logo agora que o povo começou a esquecer da história daquele médico asiático sendo arrastado para fora de um avião por overbooking. smh

  4. Beatriz, você está certíssima. O boicote é a maior arma que nós, clientes, temos. Você não está sozinha nesta, mais uma que não voará United! Parabéns pela matéria ~e por todo o blog, rs.

  5. Fato o é que voo em cia americana apenas por falta de opções, face o lamentável soft product em regra apresentado na executiva, se comparado a algumas cias europeias e, em especial, às asiáticas ou do Oriente Médio.

    Em blogs internacionais é reincidentes história se lamentáveis envolvendo tripulação das cias americanas… tal caso se soma aos outros inúmeros ocorridos (vide a prisão do piloto da AA há poucos dias no Brasil, por briga com funcionária da própria AA).

  6. Fato o é que voo em cia americana apenas por falta de opções, face o lamentável soft product em regra apresentado na executiva, se comparado a algumas cias europeias e, em especial, às asiáticas ou do Oriente Médio.

    Em blogs internacionais é reincidentes história se lamentáveis envolvendo tripulação das cias americanas… tal caso se soma aos outros inúmeros ocorridos (vide a prisão do piloto da AA há poucos dias no Brasil, por briga com funcionária da própria AA).

  7. Os órgãos de regulação de voos deveriam (se é que isso já não existe) baixar normativos sobre transporte de animais à bordo…especificando quais animais podem e quais não podem, tamanho máximo, caixa de transporte e o mais importante de tudo: em que local o animal deve ser transportado…
    Cias. aéreas, normalmente, cobram o olho da cara para transportar animais.
    Sendo normatizado de forma detalhada, talvez evitemos que uma comissário sem noção, coração e um minimo de sentimento faça uma zerda dessas e na prática acabe sacrificando um animal de forma tão cruel…
    Leis nem sempre podem evitar que os seres humanos cometam atos absurdos, como o caso daquele piloto alemão que jogou o avião contra a montanha, mas, tendo uma norma que seja bem EXPLICITA, que regulamente de forma precisa, minimiza-se o risco…
    E tb a própria normatização tem que permitir às cias. aéreas se recusarem a fazer o transporte de animais, mas não de acordo com a vontade de um comissário, mas sim parte de política de transporte da empresa.
    Com hotéis é assim: faz parte do estabelecimento do hotel receber ou não pet´s… é uma informação pública e a pessoa quando fizer a reserva já saberá se pode ou não levar seu pet… se não pode, então, ela faz reserva em outro hotel..
    Mesma coisa com cia. aérea: se é política da cia. não permitir pet´s a bordo, então isto tem que ser público… a pessoa procura outra cia. aérea…
    O que não pode é acontecer uma barbaridade destas: um animal é indefeso perante pessoas… o animal não tem como saber que está sendo colocado numa situação de risco… ele tem confiança, decorrente do carinho e bom trato que recebe do dono e não pode ser tratado dessa forma…
    Comissário de bordo que faz um troço desses, não pode exercer essa função… pois mostra que não tem o menor equilíbrio emocional, bom senso, traquejo para lidar com situações um pouco fora da rotina (e olha que animais a bordo é até rotineiro)….. fico a imaginar numa se uma criança a bordo resolve fazer o que crianças às vezes fazem: ficar chorando porque está sentido dor no ouvido, ou com cólicas…capaz de uma facínora dessas querer colocar uma rolha na boca da criança…ou quem sabe colocar no mesmo local onde colocou o cachorro…
    Ainda que fosse a melhor empresa do mundo, com normas, programas de treinamento etc etc, isto até poderia ocorrer…. ser humano às vezes se comporta de forma irracional…mas, depois do ocorrido, o mínimo que a empresa poderia fazer é dar uma baita assistência a dona do cachorro, mostrar que a empresa está comovida com a situação…providenciar um enterro digno ao animal que tente minimizar a dor da dona… o presidente da cia. deveria comparecer ao enterro… em nome de todos os funcionários da cia. deveria pedir desculpas públicas à dona do cachorro….. pagar assistência psicológica à dona… dar um cachorro novo à dona….
    Esqueci de algo ??? Ah sim, depois de ouvir a funcionária, afinal, julgamento sumário não rola e chegar à conclusão de que não existe justificativa para o ato dela, demiti-la sumariamente….
    Na boa… até mesmo uma associação de proteção animal (se é que isso existe lá nos EUA), deveria processar essa funcionária… isso é caso premeditado….

    • Henry, há diversas testemunhas. A comissária, ao ver que o cão estava morto, soltou um “eu não sabia que tinha um cachorro aí dentro”. Ao que as testemunhas todas foram contra ela, afirmando que ela sabia categoricamente que era um cão. Segundo elas, a comissária disse para a passageira “Put the dog in the bin”.
      No mais, a passageira confiou na aeromoça: a aeromoça voa 1.000.000 de milhas por ano e lida com isso frequentemente, logo deveria saber o que estava fazendo.
      As cias aéreas têm políticas para transporte de animais; esse cão devia ser daqueles pequenos que podem ser levados na cabine mediante um preço alto. Quando é de porte maior, ele vai no porão.
      O caso aqui reflete a imbecilidade da funcionária, apesar de, no Facebook, ter gente dizendo que a culpa é da dona do cachorro também porque ela assumiu o risco. Discordo reafirmando que a profissional no voo é a comissária: ela deve saber o que deve ou não ser feito a bordo de uma aeronave. Nós passageiros confiamos e somos obrigados a seguir as instruções da tripulação. Caso contrário, a gente apanha que nem aquele médico (que também aconteceu na United).

  8. O cão viajou no bin junto com as malas de mão, pelo que parece, e não no porão de carga. O que torna a história mais tétrica. Eu se estivesse ouvido meu cão latir, com CERTEZA ia abrir o bin… oras!!! Que dona negligente (não estou culpando a dona e nem isentando a United, mas pera lá… ).

  9. Os órgãos de regulação de voos deveriam (se é que isso já não existe) baixar normativos sobre transporte de animais à bordo…especificando quais animais podem e quais não podem, tamanho máximo, caixa de transporte e o mais importante de tudo: em que local o animal deve ser transportado…
    Cias. aéreas, normalmente, cobram o olho da cara para transportar animais.
    Sendo normatizado de forma detalhada, talvez evitemos que uma comissário sem noção, coração e um minimo de sentimento faça uma zerda dessas e na prática acabe sacrificando um animal de forma tão cruel…
    Leis nem sempre podem evitar que os seres humanos cometam atos absurdos, como o caso daquele piloto alemão que jogou o avião contra a montanha, mas, tendo uma norma que seja bem EXPLICITA, que regulamente de forma precisa, minimiza-se o risco…
    E tb a própria normatização tem que permitir às cias. aéreas se recusarem a fazer o transporte de animais, mas não de acordo com a vontade de um comissário, mas sim parte de política de transporte da empresa.
    Com hotéis é assim: faz parte do estabelecimento do hotel receber ou não pet´s… é uma informação pública e a pessoa quando fizer a reserva já saberá se pode ou não levar seu pet… se não pode, então, ela faz reserva em outro hotel..
    Mesma coisa com cia. aérea: se é política da cia. não permitir pet´s a bordo, então isto tem que ser público… a pessoa procura outra cia. aérea…
    O que não pode é acontecer uma barbaridade destas: um animal é indefeso perante pessoas… o animal não tem como saber que está sendo colocado numa situação de risco… ele tem confiança, decorrente do carinho e bom trato que recebe do dono e não pode ser tratado dessa forma…
    Comissário de bordo que faz um troço desses, não pode exercer essa função… pois mostra que não tem o menor equilíbrio emocional, bom senso, traquejo para lidar com situações um pouco fora da rotina (e olha que animais a bordo é até rotineiro)….. fico a imaginar numa se uma criança a bordo resolve fazer o que crianças às vezes fazem: ficar chorando porque está sentido dor no ouvido, ou com cólicas…capaz de uma facínora dessas querer colocar uma rolha na boca da criança…ou quem sabe colocar no mesmo local onde colocou o cachorro…
    Ainda que fosse a melhor empresa do mundo, com normas, programas de treinamento etc etc, isto até poderia ocorrer…. ser humano às vezes se comporta de forma irracional…mas, depois do ocorrido, o mínimo que a empresa poderia fazer é dar uma baita assistência a dona do cachorro, mostrar que a empresa está comovida com a situação…providenciar um enterro digno ao animal que tente minimizar a dor da dona… o presidente da cia. deveria comparecer ao enterro… em nome de todos os funcionários da cia. deveria pedir desculpas públicas à dona do cachorro….. pagar assistência psicológica à dona… dar um cachorro novo à dona….
    Esqueci de algo ??? Ah sim, depois de ouvir a funcionária, afinal, julgamento sumário não rola e chegar à conclusão de que não existe justificativa para o ato dela, demiti-la sumariamente….
    Na boa… até mesmo uma associação de proteção animal (se é que isso existe lá nos EUA), deveria processar essa funcionária… isso é caso premeditado….

    • Henry, há diversas testemunhas. A comissária, ao ver que o cão estava morto, soltou um “eu não sabia que tinha um cachorro aí dentro”. Ao que as testemunhas todas foram contra ela, afirmando que ela sabia categoricamente que era um cão. Segundo elas, a comissária disse para a passageira “Put the dog in the bin”.
      No mais, a passageira confiou na aeromoça: a aeromoça voa 1.000.000 de milhas por ano e lida com isso frequentemente, logo deveria saber o que estava fazendo.
      As cias aéreas têm políticas para transporte de animais; esse cão devia ser daqueles pequenos que podem ser levados na cabine mediante um preço alto. Quando é de porte maior, ele vai no porão.
      O caso aqui reflete a imbecilidade da funcionária, apesar de, no Facebook, ter gente dizendo que a culpa é da dona do cachorro também porque ela assumiu o risco. Discordo reafirmando que a profissional no voo é a comissária: ela deve saber o que deve ou não ser feito a bordo de uma aeronave. Nós passageiros confiamos e somos obrigados a seguir as instruções da tripulação. Caso contrário, a gente apanha que nem aquele médico (que também aconteceu na United).

  10. O cão viajou no bin junto com as malas de mão, pelo que parece, e não no porão de carga. O que torna a história mais tétrica. Eu se estivesse ouvido meu cão latir, com CERTEZA ia abrir o bin… oras!!! Que dona negligente (não estou culpando a dona e nem isentando a United, mas pera lá… ).

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