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Guia completo das promoções de milhas em 2019

Mais um ano chega ao fim e, como não poderia deixar de ser, publicamos a retrospectiva completa das promoções dos programas de milhas e cartões de crédito em 2019. Desnecessário dizer que esse é mais um guest post sensacional do Carlos, que pude conhecer e agradecer pessoalmente na festa de Natal do Pontos e Viagens.

Histórico recente das promoções dos programas de milhas

2018 foi o ano em que o processo de piora do mundo das milhas nacional começou. Podemos estabelecer como marcos o fim do Membership Rewards no Brasil, a famosa desvalorização secreta do Amigo, além da outra desvalorização secreta do antigo Multiplus na migração de sistemas.

Em 2019, podemos considerar que o processo de declínio continuou, com a falência da Avianca Brasil / Programa Amigo, limitação em resgates do TudoAzul, anunciada saída da Latam da Oneworld, reajuste dos clubes Livelo e eliminação de acessos ilimitados a lounges dos cartões Porto Seguro Infinite.

Do ponto de vista dos bônus de transferência de pontos dos cartões de crédito para os programas de pontos, também tivemos mudanças bastante significativas em todos os programas.

No antigo Multiplus, agora LATAM Pass, o seu clube passou a ser desconsiderado nas promoções e o status na empresa é que começou a ser o diferencial nos percentuais.

No Smiles, pela primeira vez nos últimos quatro anos, não tivemos 100% de bônus de milhas no segundo semestre. Mas no começo do ano, foi estabelecido o recorde de bônus de 158% na transferência de pontos dos clientes Caixa.

O TudoAzul, que nunca havia dado bônus maior de 100%, por duas vezes ofertou 110% e, também para clientes Caixa, ofereceu 148%.

E o antigo Victoria, agora Miles&Go, foi o mais modificado, com criação de seu clube, aumento do maior percentual para 120% e um crescimento de 466% na quantidade de promoções em relação ao ano anterior.

Cartões de crédito

Em relação aos programas dos cartões de crédito, em todos tivemos uma queda do percentual médio em relação ao ano passado. E em praticamente todos (exceto Itaú) tivemos queda na quantidade de promoções. Ou seja, em 2019 foram menos promoções com bônus médios menores, confirmando a continuidade do declínio.

Importante informar que as médias para os cartões foram obtidas com as promoções abertas a todos, sem a necessidade de associação a clubes ou status Black Diamond Dourado. Sendo mais preciso:

. Livelo teve 62 promoções, com média de 50%;

. Itaú teve 63 promoções, com média de 48%;

. Santander teve 21 promoções, com média de 39%;

. CEF teve 62 promoções, com média de 47%;

. Porto Seguro teve 62 promoções, com média de 44%;

Seguindo a tendência de 2018, o Santander participa de pouquíssimas promoções. Não tem parceria com o Miles&Go e só fez uma promoção para Latam e duas para TudoAzul. O programa da Iberia e as metas para acúmulo turbinado têm de ser muito importantes para justificar o uso de seus cartões.

No outro lado, destaque para Caixa e Livelo. CEF com seus altos bônus para Smiles e TudoAzul na promoção de aniversário em janeiro e LATAMem novembro; e Livelo com os segundos maiores percentuais para estes programas, além de um bônus indireto de milhas potencialmente maior para Latam com combinação de points back com o clube LATAM.

Gráficos e tabelas comparativas

A seguir, vejamos os dados mais completos. A metodologia de coleta foi registrar os bônus normais de milhas (em azul) e os turbinados mediante condições específicas (em laranja). Promoções de points back não foram computados por serem mais difíceis as comparações. Quem quiser comparar com os anos anteriores, pode conferir 2018 (1 e 2), 2017 e 2016.

LATAM Pass
LATAM Pass

Tabela Smiles
Smiles

Tabela TudoAzul
TudoAzul

Tabela Miles&GO
Miles&GO

Olhando especificamente por programa, usando os percentuais comuns:

LATAM Pass

Tabela Conjunta
Tabela LATAM Pass

No LATAM Pass, foram 24 promoções com média de 24% e 12 promoções associadas com média de 56%. No começo do ano, as promoções sempre eram associáveis com o clube Multiplus, aumentando em 30% o bônus, limitado a 100k pontos transferidos. Ao longo do ano, essas associações passaram a ser proibidas e, no final, os bônus maiores passaram a ser dados de acordo com o status no programa LATAM Pass.

Em relação aos cartões, foram mais promoções para CEF e Porto (10 e 11, médias de 25% e 22%, respectivamente). Itaú 8 com média de 23%, Livelo 3 com média de 20% e Santander, 1 com média de 20%. Tivemos ainda dois points back com Livelo de 30% e 35% que, indiretamente, equivaliam a bônus de 43% e 54%, acumuláveis com o clube LATAM Pass.

Os bônus máximos chegaram a 80%, mas apenas para os raros clientes Black. Em condições limitadas, a 100%, indiretamente, no Livelo. E, mais tranquilamente, a 50% com a Caixa. Foram mais promoções que em 2018, mas com médias parecidas.

Com a saída da LATAM da Oneworld, é uma incógnita como será o funcionamento do programa no próximo ano, tanto em termos de parceiros quanto de valores de resgates e bônus de transferências.

Smiles

Tabela Smiles
Tabela Smiles

Em 2019, foram 46 promoções com média 43% e 47 promoções associadas com média de 71%. Menos promoções com menores percentuais que em 2018, na média. Mas destaques para os 158% para todos clientes da CEF e 120% para assinantes do clube Livelo e Smiles. Mas nada de 100% no segundo semestre, nem no Smiles Day ou Black Friday.

Surpreendente, já que o primeiro semestre não indicava nada disso. Haverá uma mudança de rumo no programa ou isto está relacionado apenas à reincorporação do Smiles pela Gol? No caso LATAM Pass, após a reincorporação houve aumento dos percentuais.

Em relação aos cartões, os números médios são bem parecidos. Livelo são 36 promoções com média de 40%, Itaú 36 com 39%, CEF 38 com 43%, Porto 33 com 39% e Santander 18 com 39%.

Haverá mais pioras do programa se a reincorporação for bem sucedida ou, após isso, o Smiles retornará ao padrão antigo? Ou as pioras ocorrerão de qualquer maneira? Apesar de eu ainda não acreditar nesta mudança de rumo em definitivo, acho que o processo de piora será inexorável. Os 100% ou mais podem até voltar, mas os valores dos resgates terão subido bem mais.

TudoAzul

Tabela TudoAzul
Tabela TudoAzul

Foram 24 promoções com média de 64% e 21 promoções associadas com média de 87%. Números bastante parecidos com 2018, exceto pelo aumento dos percentuais associados, provavelmente em razão dos 148% para CEF e dois de 110% para Livelo. Foi indicado neste gráfico 110% para TudoAzul, que era só para clientes clube Livelo, apenas porque era a única forma de computar o bônus, já que clientes sem ser clube não receberiam qualquer bônus.

Em relação aos cartões, foram 14 promoções com média de 66% para Livelo, 12 com 64% para Itaú, 9 com 72% para CEF, 13 com 59% para Porto e apenas duas, com média de 50%, para Santander.

Como o programa vai iniciar 2020 com o severo limite de 5 CPFs resgatáveis por conta, é de se esperar uma maior estabilidade do TudoAzul. Mas como o programa só serve, na prática, para voar Azul, TAP ou United, acho bastante possível que venham a piorar a sua principal função atual, que é transferir pontos para o antigo programa LeClub, atual ALL. Ou o próprio ALL pode piorar o uso de pontos para descontos em hospedagem na rede.

TAP Miles&GO

TAP Miles&GO
TAP Miles&GO

O Miles&Go, com apenas 3 promoções em 2018, ofereceu 17 (!) em 2019, com média simples de 79% e associada de 108%.

Foram 8 promoções para Livelo, com média de 78%, 7 com 91% para Itaú, 6 com 82% para CEF e 5 com 84% para Porto Seguro. O programa não tem parceria com o Santander.

Com este gigantesco salto nas promoções, aliado ao um aumento dos percentuais (embora associado à assinatura do clube Miles&Go), eu esperava uma desvalorização do programa no final deste ano. Felizmente, não aconteceu, mas acho que vai acabar ocorrendo em 2020. Como tudo piora, por que o Miles&Go não piorará?

2019 no mundo das milhas

Não tenho grandes esperanças para o próximo ano. Acho que teremos menos assentos disponíveis para resgates, com custo maior para emissão. Resta torcer para gratas surpresas, como a promoção que tivemos em 2019 da Submarino Viagens com Livelo, dando até, impressionantes, 17 pontos por real gasto. Mas essa acho que também não volta. Bem que o Banco do Brasil podia imitar a Caixa e, em outubro, oferecer bônus de 212% no seu aniversário. ☺ (OBS: No meu também! Ass. Bia)

Uma possibilidade indireta de melhora seria com a queda do dólar, mas também não parece prevista, sendo mais fácil até haver aumento da cotação. Uma forma de escapar da mediocridade nacional é tentar investir em cartões de crédito americanos (com parceiros de transferência mais interessantes), e depois escrevo um balanço após um ano da obtenção do meu primeiro.

Garantido mesmo, acho que só o sucesso do Pontos e Viagens, com sua trinca de Ases das Milhas. (YESSSSS!!!! Ass. Bia) Com o amplo leque de expertises, até mesmo as más notícias poderão ser devidamente analisadas para mostrar soluções e alternativas para os leitores, com a devida marca ética característica dos autores.

Algumas Palavras

Se o Carlos não existisse, alguém teria que inventá-lo. Uma análise completa, profunda, com dados verificáveis – impressionante em todos os sentidos. Acredito que hoje, no Brasil, poucas pessoas entendam tanto, sejam tão organizadas e tenham tanta visão do mercado das milhas como o Carlos.

E é um privilégio meu, do Paulo e do Claudio podermos contar com os seus guest posts que orientam toda a comunidade, inclusive a concorrência. Não há blog no Brasil e – ouso dizer – no mundo que seja capaz de publicar um post com esse nível de detalhamento enciclopédico.

Esse post ficará na aba de TUTORIAIS para referência futura de todos os interessados no mercado das milhas. É um post que precisa ser estudado não só por nós, mas pelos responsáveis pelos programas de milhas e cartões de crédito no Brasil. Não creio que haja algum departamento dos programas de fidelidade, em geral, que tenha informações tão detalhadas como aquelas aqui prestadas.

No mais, esperamos poder estar à altura dessa comunidade incrível que tem acompanhado os nossos blogs isoladamente e que, agora, são membros da comunidade Pontos e Viagens. Que venham muitas promoções e que em 2020 a gente tenha menos sobressaltos e que possamos usar nossas milhas com tranquilidade para viajar com conforto.

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10 COMENTÁRIOS

  1. Material riquíssimo para análise de cenários e tendências.
    Mais uma vez parabéns ao trabalho da Bia, Paulo, Claudio e contribuição contínua do Carlos, pessoas que tive o prazer de conhecer em nossa festa de final de ano!

    Obs: É possível compartilhar o excel desye material?

    Abs

  2. E com o fim de ano se aproximando nada melhor do que o post fenomenal do Carlos, veiculado por este blog, agora turbinado com a união dos “três mosqueteiros”. Se por um lado fico feliz pela novidade da união e pelo imenso potencial que dela virá, por outro fico triste não só com a realidade que já está ocorrendo no mundo das milhas, mas, sobretudo, pela piora que, inevitavelmente, teremos em 2020. Minha opinião é que as emissões com milhas vão ficar ainda mais escassas, antes de vermos alguma melhora. Lembram que, tempos atrás, era possível emitir com a Lufthansa, United e Swiss com alguns meses de antecedência e, atualmente, isso está muito difícil? Pois é, este é apenas um exemplo das dificuldades que vem ocorrendo. Menos mal que, como o Carlos nos lembra, sempre podemos contar com a opinião sensata, qualificada e isenta do Cláudio, Beatriz e Paulo, e dos leitores deste blog, para tentar minimizar estas dificuldades. Por ora só nos resta aguardar as promoções do início de 2020, para que possamos ter uma noção mais aproximada do que nos aguarda.

    • A dificuldade é real, mas tem outros dois pontos. Tanto Delta quanto American estão aplicando em seus inventários segmentos casados.
      Na Delta, se você pesquisar o ano inteiro GRU-NYC na executiva, não vai achar nada a menos de 125k Skymiles, que não é a tarifa saver para aparecer no Smiles. Mas se você coloca GRU-TYO, aparecem diversos dias com tarifa de executiva a 100k, incluindo voos GRU-JFK não disponíveis separadamente. E aí aparecem no Smiles também, mas com o alto valor de 220k pontos.
      Na American a mesma coisa, GRU/GIG/BSB-MIA/JFK não aparece nada na saver, mas se muda para ORD/BOS/IAD/LAX, surgem opções.
      E diversas pesquisas que fiz na United, quando ia no Lifemiles para verificar, não apareciam. Achei que fosse problema do LM, mas conferindo no Aeroplan, a indisponibilidade costumava repetir.
      Ou seja, está difícil de achar assentos e ainda mais difícil de pesquisá-los. Tem de ter muita paciência e flexibilidade para emitir alguma coisa.

      • Pois então Carlos também venho constatando isso. Li há pouco em um blog estrangeiro que é possível evitar as mais de 330k milhas que a Delta cobra no seu programa para ir dos EUA a Sidney, se a origem for alguma cidade do México. Fazendo, por exemplo, cidade do México-Lax-SYD, a quantidade de milhas cai para 110k, um terço do cobrado saindo direto dos EUA, uma grande diferença. Já na Star Alliance, pesquisando uma ida para Dubai em novembro do ano que vem para um casal de amigos, vi que pela United e ANA aparece a opção com a AC via YYZ, já na Lifemiles o sistema não monta essa opção. Enfim, temos que cada vez mais sermos flexíveis nas opções de saída e chegada. Não bastam as limitações que os resgates awards já nos impõe, agora tem mais essas outras questões para cuidarmos. Não está nada fácil, realmente. Abs.

      • Obrigada pelo excelente post, Carlos. Queria saber a que você atribui esse “jogo de gato e rato“ que as empresas praticamente impõem aos seus clientes fiéis? O que elas querem evitar exatamente, ao descumprir o que teoricamente prometem mas não fazem, sem nenhuma consequência legal?

        • A percepção de que a mesquinharia não vai afetar seus negócios significativamente.
          Mas tem um problema: no início, os programas de milhagem eram um incentivo de fidelização do cliente. Se esse fosse o modelo vigente, tudo bem da empresa não ver mais sua necessidade.
          Porém, os programas de pontos viraram uma outra atividade econômica em si, e neste ponto, as constantes mudanças de regras e funcionamento são uma desonestidade.
          Entretanto, esta nova atividade tem baixa ou nenhuma regulação. E como as empresas controlam a moeda e o estoque, ficamos completamente à mercê das suas decisões.
          Até a próxima grande crise econômica, acho que esta vai ser a toada do mercado.

  3. Excelente Carlos!
    Cada vez mais os programas de fidelidade nacionais dificultam as regras e por isso a importância de se aproveitar bem essas promoções esporádicas. Entre elas podemos citar a bumerangue da Livelo com a LATAM Pass sem limite na quantidade de bônus, aquisição dos cartões co-branded da Smiles com até 40.000 milhas de graça e 1 ano isento de anuidade. Além disso tivemos o surgimento do cartão Pão de Açúcar que pontua por cada Real gasto e não dólar (com o lançamento da empresa de fidelidade Stix, criada pelo Grupo Pão de Açúcar e a Raia Drogasil, pode sofrer mudanças). Tivemos também o fim das emissões da tabela fixa do TudoAzul com parceiros (mas ainda no call center consegue fazer emissões … rsrs)
    Esse ano também tivemos a criação da empresa de fidelidade de hotéis AllPoints que já teve promoções de assinatura do clube com bônus e ainda já vi reservas bem interessantes.
    Vamos ver o que nos aguarda para 2020!

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