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O real motivo por que a Korean Air cancelou a rota Seul – São Paulo

Nos dias 26-29 de agosto, altos executivos de diversas companhias aéreas estão juntos no Wynn em Las Vegas para o Annual Forecast Summit, organizado pelo Boyd Group International (uma empresa de consultoria na área de aviação comercial).

O vice-presidente da Korean Air, John Jackson, acaba de afirmar que a exigência de visto de trânsito pelos EUA foi a principal causa do cancelamento da rota entre Seul e São Paulo. Ele afirmou que havia um desestímulo bilateral dos passageiros, que preferiam chegar ao seu destino via Europa, que não exige visto para sul-coreanos ou brasileiros. E o povo aqui achando que era por conta da economia …

Ainda no Summit, o CCO da TAP, Trey Urbahn, disse que o novo A321neoLR vai permitir que a empresa inaugure novas rotas para os EUA e para o Brasil.

Gente, a não ser que a TAP seja muito benevolente com os passageiros, cruzar o Atlântico em um narrow-body com a configuração 3-3 e distância entre assentos de 76 cm à la LATAM será uma nova forma de tortura institucionalizada.

E para finalizar, a TAP está estudando uma joint venture com a Azul, o que significa um aprofundamento nos laços entre as duas companhias, a fim de unificar tarifas para a Europa.

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18 COMENTÁRIOS

  1. Oi Beatriz

    Esta justificativa (apesar de ser justa) não convence, uma vez que o voo tem escala em Los Angeles, e permaneceu assim, e não conheço alguém que consiga embarcar para os USA sem visto válido no check-in, uma solução seria fazer a escala em MEX (por ser da mesma aliança ST da Aeromexico) e continuar pra GRU em voo próprio ou code share com AM, fica a impressão de uma forma educada de não revelar o desinteresse no Brasil e de não admitir a forte concorrência da AA na mesma rota

  2. O tráfego GRU-ICN está cada vez mais pulverizado entre as europeias e principalmente as ME3 (Emirates, Qatar e, até um tempo atrás, Etihad), o que certamente não ajudou a Korean Air. A entrada da American Airlines na rota GRU-LAX certamente atingiu em cheio os loads da Korean, ainda mais depois que a AA passou a oferecer vôos diários na rota.

    O motivo de a Korean Air optar por fazer escala em LAX e não em qualquer outro aeroporto do mundo (rumores apontavam para uma mudança da escala para CDG ou LHR) é que Los Angeles possui a maior comunidade coreana fora da Coreia. São Paulo também possui uma comunidade coreana significativa (além das diversas empresas coreanas que atuam no Brasil), o que favorece as vendas dos trechos separados (GRU-LAX e LAX-ICN).

    O grande problema das asiáticas nas rotas para o Brasil é que elas não possuem força nos mercados onde fazem escala (CDG/LHR no caso hipotético da Korean, BCN para a Singapore e MAD para a Air China). A única escala realista para a Korean (e também para a Asiana) é LAX. A Singapore já pulou fora e a Air China só mantém a rota para GRU (que com certeza dá prejuízo para a cia.) por causa da pressão do governo chinês.

    Fato é que hoje, com a competitividade de AF/KL, LH, BA, TK, QR, EK, não faz sentido operar com seus próprios aviões para o outro lado do mundo. Não é à toa que a Japan Airlines e a ANA decidiram manter apenas acordos de codeshare para cá (via FRA, JFK, CDG). Acredito que o futuro para a Korean também seja este caminho, ainda mais com a joint-venture com a DL já anunciada (o tráfego ICN-GRU pode continuar com a Delta via ATL, DTW e JFK).

  3. Oi Beatriz

    Esta justificativa (apesar de ser justa) não convence, uma vez que o voo tem escala em Los Angeles, e permaneceu assim, e não conheço alguém que consiga embarcar para os USA sem visto válido no check-in, uma solução seria fazer a escala em MEX (por ser da mesma aliança ST da Aeromexico) e continuar pra GRU em voo próprio ou code share com AM, fica a impressão de uma forma educada de não revelar o desinteresse no Brasil e de não admitir a forte concorrência da AA na mesma rota

  4. O tráfego GRU-ICN está cada vez mais pulverizado entre as europeias e principalmente as ME3 (Emirates, Qatar e, até um tempo atrás, Etihad), o que certamente não ajudou a Korean Air. A entrada da American Airlines na rota GRU-LAX certamente atingiu em cheio os loads da Korean, ainda mais depois que a AA passou a oferecer vôos diários na rota.

    O motivo de a Korean Air optar por fazer escala em LAX e não em qualquer outro aeroporto do mundo (rumores apontavam para uma mudança da escala para CDG ou LHR) é que Los Angeles possui a maior comunidade coreana fora da Coreia. São Paulo também possui uma comunidade coreana significativa (além das diversas empresas coreanas que atuam no Brasil), o que favorece as vendas dos trechos separados (GRU-LAX e LAX-ICN).

    O grande problema das asiáticas nas rotas para o Brasil é que elas não possuem força nos mercados onde fazem escala (CDG/LHR no caso hipotético da Korean, BCN para a Singapore e MAD para a Air China). A única escala realista para a Korean (e também para a Asiana) é LAX. A Singapore já pulou fora e a Air China só mantém a rota para GRU (que com certeza dá prejuízo para a cia.) por causa da pressão do governo chinês.

    Fato é que hoje, com a competitividade de AF/KL, LH, BA, TK, QR, EK, não faz sentido operar com seus próprios aviões para o outro lado do mundo. Não é à toa que a Japan Airlines e a ANA decidiram manter apenas acordos de codeshare para cá (via FRA, JFK, CDG). Acredito que o futuro para a Korean também seja este caminho, ainda mais com a joint-venture com a DL já anunciada (o tráfego ICN-GRU pode continuar com a Delta via ATL, DTW e JFK).

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