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segunda-feira, junho 21, 2021
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O LATAM Fidelidade e o Pass vão se unir? O que poderá acontecer?

Esse post sobre os programas LATAM tem origem no alerta do Daniel, um dos comentadores mais assíduos aqui do blog. As ponderações que farei não são verdades absolutas; são apenas ideias trocadas com amigos e leitores que navegam nesse mundo e todos estão convidados a comentar.

O LATAM Pass enviou um email no final do ano passado para os seus clientes nformando que, em breve, os programas se unificarão e toda a parte da gestão dos pontos ficará ao encargo da Multiplus (off topic: teve gente no Expert Flyer perguntando “what the hell is Multiplus?” rssss). Além disso, deixarão de existir os KM do LATAM Pass, que darão lugar aos pontos do LATAM Fidelidade, que são nada mais do que milhas. Então, de quilômetros – uma ideia originalmente muito infeliz – a unificação passará a usar a medida pontos (=milhas).

Mas há uma questão interessante que até agora não foi mencionada nem pelo LATAM Fidelidade e nem pelo LATAM Pass: a estrutura da tabela de resgate dos programas é diferente. Como ficará depois da unificação?

Resgates em voos LATAM

O Fidelidade usa tabela flutuante “a partir de”. É uma loteria. Se há muita procura, os valores se tornam impraticáveis, mas se os gestores querem encher a rota, os valores são mais baixos. Eu mesma emiti um Milão – São Paulo com 5 dias de antecedência pro final do ano por 34.000 milhas em econômica. Um ótimo valor que ficou melhor ainda depois que eu consegui o up pra business.

Já o LATAM Pass usa tabela fixa (clique aqui para acessar a tabela). Vou inserir uma parte da tabela (ela é enorme) para termos uma ideia (o Brasil é South America II).

Então, entre o Brasil e o Chile/Argentina em premium business são 80.000 KM. Mas 80.000 KM correspondem a 49.700 milhas – arrendondando são 50.000 pontos. Para mim, é um valor altíssimo considerando que entre São Paulo e Santiago são 3hrs30mins de voo. No Fidelidade o valor varia entre 35.000 e inacreditáveis 80.000 pontos. Para voar em premium economy, ou seja, assentos iguais ao da econômica com assento do meio bloqueado, o custo é de 70.000 KM, o que dá, aproximadamente 43.000 pontos o trecho. Salgadíssimo!

Entre o Chile e os EUA, também em premium business, são 150.000 KM que, convertidos, somam 93.000 pontos Fidelidade. O programa brasileiro varia entre 70.000 e 229.000 pontos.

Resgates com as parceiras

O Fidelidade possui aquela tabela fixa que a maioria de vocês conhece de cor e salteado. Quem não conhece, clique aqui para ver.

Já o LATAM Pass tem uma tabela baseada na distância do voo, como o British Airways Executive Club também tem. A tabela é esta aqui e vale para one-way, somente. Para ida e volta, multipliquem por dois.

Então, vamos pegar dois exemplos: Miami (6.558/4.073 pontos/milhas de distância) e Frankfurt (9.776/6.075 pontos/milhas) a partir de Guarulhos.

Ambos caem na mesma categoria – entre 5.001 e 10.000  KM. Em executiva são necessários 100.000 KM, ou 62.000 pontos o trecho. Aqui o LATAM Pass é muito mais benéfico. O LATAM Fidelidade cobra 75.000 pontos para a América do Norte e 100.000 para a Europa.

Agora, vamos pegar uma passagem para a Ásia em executiva. Vamos imaginar São Paulo – Londres – Singapura (passagem que pode ser encontrada no LATAM Fidelidade por 110.000 pontos). São 12.628 milhas, que dão 20.309 KM. São necessários 200.000 KM, que equivalem a 125.000 pontos. Aqui, o Fidelidade é mais vantajoso em cerca de 10%.

Nesse mesmo trecho na First da British, que no Fidelidade sai por 140.000 pontos, o LATAM Pass cobra 250.000 KM que, convertidos, somam 155.342 pontos. De novo, o Fidelidade é mais vantajoso em cerca de 10%.

Um trecho que muita gente emite é entre Doha e Paris com a Qatar na primeira classe para visitar o lounge Al Safwa. Esse trecho tem cerca de 3.261 milhas de distância e o Fidelidade cobra 65.000 pontos. Esses 3.261 milhas correspondem a 5.248 pontos e, pela tabela do LATAM Pass, isso custaria 67.000 KM. Convertendo em milhas, são 41.631 pontos! Aqui, o LATAM Pass é uma mãe!

Meu palpite (sem qualquer informação ou dica de alguém do Fidelidade ou do Pass – ou seja, é pura especulação, ok?)

Em primeiro lugar, será necessário escolher a estrutura – por região ou por distância. Eu sinceramente não tenho ideia da escolha, que já deve ter sido feita. Depois, haverá o ajuste que, ao meu ver, deve ser feito tendo por base o maior valor de cada plano. Assim, em algumas situações o Fidelidade vai piorar e, em outras, o pessoal do Pass vai sentir o baque.

Pode não acontecer assim e ter uma majoração geral? Sim, tudo é possível. Pode haver redução geral? Aí eu já acho que não.

A base de clientes vai ser unificada e houve uma enxurrada de gente que passou a assinar o Clube Multiplus 10.000 ontem mesmo e já transferiu 100.000 pontos de cartão e KM de vantagens para ganhar o bônus de 30%.

Isso significa que há mais pontos em circulação, pontos esses que têm um destino específico: a emissão de bilhetes aéreos. Gente, isso é inflação pura e simples. Tem muito mais  gente com “dinheiro” na mão querendo gastar e a quantidade do produto no mercado é exatamente a mesma.

Como as empresas normalmente se comportam nessa situação? Pois é …

E vocês? Tem algum palpite? Alguma sugestão de rota em que a discrepância entre os dois planos é grande?

OBS: Me lembrei de duas grandes diferenças entre o Fidelidade e o Pass. O Pass exige gasto mínimo para alcançar status e voos domésticos no Chile não contam para se conseguir status com trechos. Não acredito que esse último aspecto seja implantado no Brasil por conta da última alteração que permite se alcançar Platinum com 24 trechos somente. Mas, a implantação de um gasto mínimo para conseguir e manter status, eu acho possível, sim.

 

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48 COMENTÁRIOS

  1. Sim. Há muito mais milhas no mercado por conta da compra de milhas. Mas será que estas pessoas que compram as milhas não são as mesmas que teriam dinheiro para comprar as passagens ?

    Se aumenta o número de pessoas comprando passagem com milhas e diminui o número de pessoas logo não haveria assim uma inflação tão grande na tabela de desgastes por milhas.

    Já que acaba havendo um equilíbrio na procura entre passagem por milha e por do dinheiro.

    • Não necessariamente, aumenta o número de pessoas dispostas a viajarem, e como todo mundo sabe apesar dos pesares tá pra existir empresa brasileira que vai disponibilizar o avião todo pro povo viajar só com milhas.

  2. Corrigindo o parágrafo acima :

    Se aumenta o número de pessoas comprando passagem com milhas e diminui o número de pessoas comprando passagem com dinheiro logo não haveria assim uma inflação tão grande na tabela de resgates por milhas

  3. Prezada Beatriz,

    Primeiramente, honrado com a menção! Obrigado!!!

    Feito o registro, uma observação (que pode ser totalmente descabida, mas, ainda assim, me parece procedente): por mais que N pessoas tenham ontem obtido 150k Multiplus, a grande maioria busca emitir voos LATAM ou econômica.

    É impressionante a quantidade de pessoas com alto nível cultural e sócio econômico com as quais converso e dizem que preferem viajar LATAM ou TAP pois os atendentes falam português… e tantas outras que preferem não se “arriscar” a montar viagens com companhias não tão conhecidas no Brasil…. fora as que preferem usar tais 150k para duas viagens em classe econômica ao invés de cabines premium E as que ficam apenas nas rotas Brasil-EUA e Brasil-Europa…

    Logo, considero POSSÍVEL (volto a dizer, é mera especulação pessoal) que para os viajantes de cabine premium e que buscam a emissão em parceiras não haja tamanho prejuízo a “inundação” de pontos que houve ontem (algum haverá mas talvez não tão significativo)…

    Estou equivocado? É possível! Mas depois de, após 4 telefonemas para o Multiplus em dias distintos, no atendimento do Platinum (excelentes atendentes), buscar bilhetes Business JAL e nunca encontrar, até que, ao o atendente DE NOVO só visualizar CX, eu perguntar se não haveria qualquer voo JL e ele responder que sim, mas não sabia que tal era a JAL nem que ela era Oneworld, não duvido de mais nada… um atendente para cliente premium não sabia tal, o que foi comum a outros, o que indica que pouquíssimos clientes perguntam de tal parceira. Imagine da Malasya Airlines???!

    • Muito boa a análise e o post inicial da Beatriz.

      Um ponto que não sei como vai ficar é o mercado de milhas chileno. Bem, aqui temos Livelo, bônus de transferência, clube, etc, etc, uma realidade que acredito só exista no mercado brasileiro (e uma dinâmica com a qual já nos acostumamos). Se a mudança for muito abrupta acho que os brasileiros conseguem se adaptar melhor mas isso provavelmente teria um impacto severo no mercado chileno (e o dos outros países em que a LAN era forte). Então, até como você disse, não acredito que neste primeiro momento haja uma mudança severa na pontuação com parceiras. Acho que o que vai ocorrer é um aumento do preço nos voos nacionais, que deve ser o que a maioria usa.

      • @Cícero: o LATAM Pass é muito mais severo do que o Fidelidade. Há exigência de gastos mínimos e os voos domésticos não contam para adquirir status por trecho.

    • É verdade. O grande gasto do passageiro brasileiro é em rotas com saída do Brasil. São poucos, como nós, que emitimos uma Ásia – Ásia ou Europa – Ásia etc.

  4. Olá, excelente abertura para o debate. Um detalhe importante. Não sei se isso também se aplica a parceiras, ou se ainda está vigente, mas o Pass só permitia emissões de ida e volta. Isso mudou?

    Obrigado!

  5. Muito bom o levantamento. Não sabia que o LanPass era baseado em distância. Vai haver uma mudança radical em um dos dois programas e sempre haverá vantagens e desvantagens, mas, pessoalmente, preferia que a Latam continuasse exatamente com está agora para aproveitar a tabela para Ásia e Oceania.
    De qualquer forma, imagino que esperem, pelo menos, para março para anunciar as mudanças e deem uns 60 dias de aviso prévio, então quem tiver saldo por lá é melhor ir planejando roteiros para gastar os pontos se as mudanças forem negativas (o que é provável).

    • O aviso prévio é importantíssimo! Mas o Fidelidade tem um histórico recente de não dar muito tempo pra adaptação e às vezes nem avisa as mudanças …

  6. Infelizmente as “facilidades” de se obter pontos hoje vão se transformar em dificuldades de “resgates” em breve. Não existe almoço grátis em lugar algum, quando acompanho os “press release” dos balanços das cia aéreas vejo em média um aumento de assentos quando otimistas em torno de 10% ano, ao acompanhar a de milhas vejo uma explosão no aumento de oferta das mesmas, tá tudo disponível no site da Bovespa pra quem quiser fazer a correlação.
    Acho muito pertinente e certeira que esse mercado vai inflacionar muito em breve, empresas de milhas viraram máquinas de imprimir dinheiro, existe uma febre nesse mercado, não vai chegar ao ponto de criar-se uma bolha, mas vai chegar ao ponto que uma simples ponte aérea sp-rio vai custar 40 mil milhas ou 40 mil pontos e se vc acha isso impossivel?????.. Eu resgatava esse trecho até 2013 por 4 mil pontos ida e volta hoje após 4 anos o mínimo são 12 mil pontos (200% de aumento), e detalhe que o público era bem mais restrito e infinitamente menor, não existiam tantos clubes e pontos no cartão de crédito e compras até pouco tempo atrás “pontos e milhas” era aquele negócio que pra 90% das pessoas só servia pra vencer e poucos sabiam a utilidade.
    Como uso pontos ou milhas pra viajar desde 2009 percebo o avanço e um certo descompasso nesse mercado, até espero estar errado mas duvido e muito que as cias aéreas vão deixar de priorizar, receberem “dinheiro real” pra receberem em “dinheiro de milhas” de suas próprias controladas onde é muito mas fácil num eventual problema de caixa (só olhar que 2017 foi o primeiro ano de lucro das cias depois de 6 anos consecutivos de prejuizo) majorarem os resgates, ou simplesmente deixar seus “associados” perderem as milhas já que o lucro já foi realizado pelas controladas (mudança no conceito de lucratividade onde o conceito fim deixa de ser o transporte aéreo para o comércio de milhas).
    Só quero deixar minha opinião aproveitando o espaço, pois vejo que o blog aqui é independente e não vi nenhum traço de publicidade de clubes de milhagem, acho um excelente trabalho que a Beatriz faz. Lembro também que milhas não rendem juros, você fica restrito no que usar (principalmente nas passagens que vc fica restrito a uma cia ou aliança). Antes de alguém aderir a esses clubes prestem atenção no objetivo, o que você gera de milhas dentro da sua necessidade (já vi gente comprando tv pra ficar esquecida num comodo pq estavam dando 15 milhas por real) e principalmente pesquisem o preço da sua viagem objetivo em R$ sempre, pra vc ter uma base comparativa com esses clubes.

    • Renato, muito bom seu comentario, antes se via muito mais trechos disponiveis com baixa pontuacao, porem hoje principalmente no Brasil, virou uma febre esses clubes, e ha muita gente desinformada comprando na empogacao. Bem vou dizer um pouco meu caso, nesse momento estou buscando resgate em cabine premiun, para presentear minha esposa, e no meu caso em concreto acho que vale a pena, uma porque vivo na Europa e a tabela para o Oriente Medio é justa,sao só 65k em F com a LH,QR,BA só o voo da LH vale mais de $3000,00 e comprando via multiplus +km nao chegaria a $550,00, uma economia em tanto, porém sao casos especificos, mas em economica nem perco meu tempo, pois tem uma enchurrada de promocoes a menos de $350 I/V. Por isso concordo com a posicao da Baetriz, tem casos e casos, cada uma tem a oportunidade de olhar para seu perfil de viagens e principalmente seu bolso.

  7. Sim. Há muito mais milhas no mercado por conta da compra de milhas. Mas será que estas pessoas que compram as milhas não são as mesmas que teriam dinheiro para comprar as passagens ?

    Se aumenta o número de pessoas comprando passagem com milhas e diminui o número de pessoas logo não haveria assim uma inflação tão grande na tabela de desgastes por milhas.

    Já que acaba havendo um equilíbrio na procura entre passagem por milha e por do dinheiro.

    • Não necessariamente, aumenta o número de pessoas dispostas a viajarem, e como todo mundo sabe apesar dos pesares tá pra existir empresa brasileira que vai disponibilizar o avião todo pro povo viajar só com milhas.

  8. Corrigindo o parágrafo acima :

    Se aumenta o número de pessoas comprando passagem com milhas e diminui o número de pessoas comprando passagem com dinheiro logo não haveria assim uma inflação tão grande na tabela de resgates por milhas

  9. Prezada Beatriz,

    Primeiramente, honrado com a menção! Obrigado!!!

    Feito o registro, uma observação (que pode ser totalmente descabida, mas, ainda assim, me parece procedente): por mais que N pessoas tenham ontem obtido 150k Multiplus, a grande maioria busca emitir voos LATAM ou econômica.

    É impressionante a quantidade de pessoas com alto nível cultural e sócio econômico com as quais converso e dizem que preferem viajar LATAM ou TAP pois os atendentes falam português… e tantas outras que preferem não se “arriscar” a montar viagens com companhias não tão conhecidas no Brasil…. fora as que preferem usar tais 150k para duas viagens em classe econômica ao invés de cabines premium E as que ficam apenas nas rotas Brasil-EUA e Brasil-Europa…

    Logo, considero POSSÍVEL (volto a dizer, é mera especulação pessoal) que para os viajantes de cabine premium e que buscam a emissão em parceiras não haja tamanho prejuízo a “inundação” de pontos que houve ontem (algum haverá mas talvez não tão significativo)…

    Estou equivocado? É possível! Mas depois de, após 4 telefonemas para o Multiplus em dias distintos, no atendimento do Platinum (excelentes atendentes), buscar bilhetes Business JAL e nunca encontrar, até que, ao o atendente DE NOVO só visualizar CX, eu perguntar se não haveria qualquer voo JL e ele responder que sim, mas não sabia que tal era a JAL nem que ela era Oneworld, não duvido de mais nada… um atendente para cliente premium não sabia tal, o que foi comum a outros, o que indica que pouquíssimos clientes perguntam de tal parceira. Imagine da Malasya Airlines???!

    • Muito boa a análise e o post inicial da Beatriz.

      Um ponto que não sei como vai ficar é o mercado de milhas chileno. Bem, aqui temos Livelo, bônus de transferência, clube, etc, etc, uma realidade que acredito só exista no mercado brasileiro (e uma dinâmica com a qual já nos acostumamos). Se a mudança for muito abrupta acho que os brasileiros conseguem se adaptar melhor mas isso provavelmente teria um impacto severo no mercado chileno (e o dos outros países em que a LAN era forte). Então, até como você disse, não acredito que neste primeiro momento haja uma mudança severa na pontuação com parceiras. Acho que o que vai ocorrer é um aumento do preço nos voos nacionais, que deve ser o que a maioria usa.

      • @Cícero: o LATAM Pass é muito mais severo do que o Fidelidade. Há exigência de gastos mínimos e os voos domésticos não contam para adquirir status por trecho.

    • É verdade. O grande gasto do passageiro brasileiro é em rotas com saída do Brasil. São poucos, como nós, que emitimos uma Ásia – Ásia ou Europa – Ásia etc.

  10. Olá, excelente abertura para o debate. Um detalhe importante. Não sei se isso também se aplica a parceiras, ou se ainda está vigente, mas o Pass só permitia emissões de ida e volta. Isso mudou?

    Obrigado!

  11. Muito bom o levantamento. Não sabia que o LanPass era baseado em distância. Vai haver uma mudança radical em um dos dois programas e sempre haverá vantagens e desvantagens, mas, pessoalmente, preferia que a Latam continuasse exatamente com está agora para aproveitar a tabela para Ásia e Oceania.
    De qualquer forma, imagino que esperem, pelo menos, para março para anunciar as mudanças e deem uns 60 dias de aviso prévio, então quem tiver saldo por lá é melhor ir planejando roteiros para gastar os pontos se as mudanças forem negativas (o que é provável).

    • O aviso prévio é importantíssimo! Mas o Fidelidade tem um histórico recente de não dar muito tempo pra adaptação e às vezes nem avisa as mudanças …

  12. Infelizmente as “facilidades” de se obter pontos hoje vão se transformar em dificuldades de “resgates” em breve. Não existe almoço grátis em lugar algum, quando acompanho os “press release” dos balanços das cia aéreas vejo em média um aumento de assentos quando otimistas em torno de 10% ano, ao acompanhar a de milhas vejo uma explosão no aumento de oferta das mesmas, tá tudo disponível no site da Bovespa pra quem quiser fazer a correlação.
    Acho muito pertinente e certeira que esse mercado vai inflacionar muito em breve, empresas de milhas viraram máquinas de imprimir dinheiro, existe uma febre nesse mercado, não vai chegar ao ponto de criar-se uma bolha, mas vai chegar ao ponto que uma simples ponte aérea sp-rio vai custar 40 mil milhas ou 40 mil pontos e se vc acha isso impossivel?????.. Eu resgatava esse trecho até 2013 por 4 mil pontos ida e volta hoje após 4 anos o mínimo são 12 mil pontos (200% de aumento), e detalhe que o público era bem mais restrito e infinitamente menor, não existiam tantos clubes e pontos no cartão de crédito e compras até pouco tempo atrás “pontos e milhas” era aquele negócio que pra 90% das pessoas só servia pra vencer e poucos sabiam a utilidade.
    Como uso pontos ou milhas pra viajar desde 2009 percebo o avanço e um certo descompasso nesse mercado, até espero estar errado mas duvido e muito que as cias aéreas vão deixar de priorizar, receberem “dinheiro real” pra receberem em “dinheiro de milhas” de suas próprias controladas onde é muito mas fácil num eventual problema de caixa (só olhar que 2017 foi o primeiro ano de lucro das cias depois de 6 anos consecutivos de prejuizo) majorarem os resgates, ou simplesmente deixar seus “associados” perderem as milhas já que o lucro já foi realizado pelas controladas (mudança no conceito de lucratividade onde o conceito fim deixa de ser o transporte aéreo para o comércio de milhas).
    Só quero deixar minha opinião aproveitando o espaço, pois vejo que o blog aqui é independente e não vi nenhum traço de publicidade de clubes de milhagem, acho um excelente trabalho que a Beatriz faz. Lembro também que milhas não rendem juros, você fica restrito no que usar (principalmente nas passagens que vc fica restrito a uma cia ou aliança). Antes de alguém aderir a esses clubes prestem atenção no objetivo, o que você gera de milhas dentro da sua necessidade (já vi gente comprando tv pra ficar esquecida num comodo pq estavam dando 15 milhas por real) e principalmente pesquisem o preço da sua viagem objetivo em R$ sempre, pra vc ter uma base comparativa com esses clubes.

    • Renato, muito bom seu comentario, antes se via muito mais trechos disponiveis com baixa pontuacao, porem hoje principalmente no Brasil, virou uma febre esses clubes, e ha muita gente desinformada comprando na empogacao. Bem vou dizer um pouco meu caso, nesse momento estou buscando resgate em cabine premiun, para presentear minha esposa, e no meu caso em concreto acho que vale a pena, uma porque vivo na Europa e a tabela para o Oriente Medio é justa,sao só 65k em F com a LH,QR,BA só o voo da LH vale mais de $3000,00 e comprando via multiplus +km nao chegaria a $550,00, uma economia em tanto, porém sao casos especificos, mas em economica nem perco meu tempo, pois tem uma enchurrada de promocoes a menos de $350 I/V. Por isso concordo com a posicao da Baetriz, tem casos e casos, cada uma tem a oportunidade de olhar para seu perfil de viagens e principalmente seu bolso.

  13. Vocês querem mais uma prova de que pontos Multiplus desvalorizaram? Vejam por quanto vocês conseguem vender no Max Milhas. Há pouco tempo atrás, antes dos lotes promocionais do KM Vantagens, você vendia fácil por 28,5 reais cada 1000 pontos. Hoje, tem gente vendendo até por 25 reais.

    Agora, juntando o lote promocional com mais bônus do clube, a tendência de desvalorização é natural e clara.

    Já é possível gerar pontos Multiplus por 20,69 reais cada 1000 pontos!!

    A tabela de resgate vai se ajustar a nova realidade.

    Aproveito para parabenizar a análise da Beatriz e do Renato nos comentários.

  14. Vocês querem mais uma prova de que pontos Multiplus desvalorizaram? Vejam por quanto vocês conseguem vender no Max Milhas. Há pouco tempo atrás, antes dos lotes promocionais do KM Vantagens, você vendia fácil por 28,5 reais cada 1000 pontos. Hoje, tem gente vendendo até por 25 reais.

    Agora, juntando o lote promocional com mais bônus do clube, a tendência de desvalorização é natural e clara.

    Já é possível gerar pontos Multiplus por 20,69 reais cada 1000 pontos!!

    A tabela de resgate vai se ajustar a nova realidade.

    Aproveito para parabenizar a análise da Beatriz e do Renato nos comentários.

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