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domingo, junho 20, 2021
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InícioAssuntos VariadosO que são os acordos interline, codeshare e joint venture?

O que são os acordos interline, codeshare e joint venture?

Muitas pessoas têm dúvidas sobre o significado de alguns termos na aviação comercial. Acordos interline, codeshare e joint venture estão incluídos no rol daqueles termos mais comuns que a gente ouve no dia a dia.

Uma observação importante: cada transportadora tem seu código IATA com 2 caracteres. Por exemplo:

LATAM Chile - LA
LATAM Brasil - JJ (mas a partir de maio, todos os voos serão LA, exceto para os EUA, que continuarão a ser JJ)
GOL - G3
Avianca Brasil - O6
Azul - AD
Avianca Internacional - AV
Air France - AF
American Airlines  - AA
British Airways - BA
Iberia - IB
Lufthansa - LH
SWISS - LX
Turkish Airlines - TK
Qatar Airways - QR
Etihad - EY
Emirates - EK
Japan Airlines - JL
ANA All Nippon Airways - NH
Thai Airways - TG
TAP - TP

Antes de explicar os três termos do título, vou conceituar outros dois termos que são importantes para a gente conhecer e entender os demais:

A – Transportadora de fato (operating carrier)

É a companhia aérea que opera o voo. Vou dar um exemplo para vocês. A gente adquire uma passagem na LATAM (JJ) para viajar com American Airlines (AA) para os EUA. Apesar de a passagem ter sido emitida pela LATAM, a transportadora que vai levar esse passageiro para a América do Norte é a American Airlines, a transportadora de fato.

E como eu sei que a passagem foi emitida pela LATAM? Pelo número do bilhete aéreo é possível saber quem comercializou o voo. Os três primeiros números do bilhete indicam qual foi a transportadora que o vendeu, pois cada transportadora tem seu código próprio.

A LATAM Brasil, por exemplo, é 957 (isso vale para os bilhetes com pontos emitidos   pela Multiplus, que comercializa os voos em nome da LATAM). A American Airlines é 001, a GOL é 127.

B – Transportadora contratual (marketing carrier)

É a companhia com quem o passageiro celebra o contrato de transporte; ela é quem vende a passagem. No exemplo acima, a transportadora contratual é a LATAM (JJ) e os três primeiros números do bilhete serão 957.

Só é possível termos uma transportadora contratual e uma transportadora de fato quando essas empresas firmam acordos comerciais entre si. Esses acordos variam dependendo do grau de cooperação entre as companhias. Vou começar do mais superficial para o mais profundo.

1 – Acordos Interline

É o acordo mais básico que duas companhias aéreas podem ter. Ele é um acordo comercial que permite que voos de duas companhias aéreas sejam emitidos em um mesmo bilhete, emitido por qualquer uma das duas companhias.

Por exemplo, a empresa Alfa vende um bilhete Belo Horizonte – Guarulhos – Cairo, sendo que o voo Belo Horizonte – Guarulhos é efetuado pela Alfa e de Guarulhos ao Cairo o  voo é operado pela Beta.  Esse acordo permite que a bagagem seja etiquetada até o destino final.

A Alfa recebe o pagamento pela passagem – afinal foi ela que comercializou – e depois a Beta recebe a parte que lhe cabe.

Nesse tipo de acordo, fica claro para o passageiro a companhia aérea que vai comercializar cada voo, pois no bilhete aparece o código IATA da Alfa para o trecho doméstico e o código IATA da Beta para o trecho internacional.

2 – Acordos Codeshare

Os acordos codeshare são um pouco mais complexos que os acordos interline e, ironicamente, a única coisa que não é compartilhada é o número do voo.  Eles envolvem as operações e a imagem de diferentes companhias aéreas.

Nesses acordos, duas ou mais companhias aéreas “compartilham” uma aeronave, ou seja, cada empresa tem um número de assentos x que pode comercializar em seu nome (transportadora contratual), mas usando uma outra companhia aérea (transportadora de fato). Os voos codeshare são extremamente comuns dentro das alianças aéreas.

Por exemplo, a American Airlines (AA) e a Malaysia Airlines (MH) são parceiras Oneworld, mas nem a Malaysia (MH) opera voos para os EUA e nem a AA opera voos para a Malásia.

Entretanto, por conta de um acordo codeshare que envolve a British Airways também,  é possível comprar um bilhete saindo do Rio para Kuala Lumpur com a AA, com escalas em Nova York e Londres.

O  voo entre Rio e Nova York é operado pela própria AA, o voo entre JFK e Londres é feito em codeshare com a British Airways (mas vejam que o código do voo é AA6143) e o último voo, entre Londres e Kuala Lumpur é operado pela Malaysia Airlines, em codeshare com a AA, que mantém seu código no voo (AA7440).

Observem que no site da British Airways, o mesmo voo entre JFK e LHR é oferecido, mas com o código da BA (BA0178):

A mesma coisa ocorre com a Malaysia, que comercializa o voo LHR – KUL em sua própria aeronave, com seu próprio código (MH3)

O que acontece aqui é que a American Airlines pode dizer que  tem um voo na rota JFK – LHR que sai às 9:05 da manhã e outro na rota LHR – KUL, que sai de Londres às 10:00 da manhã.

A AA tem os assentos disponíveis no seu inventário, pode publicar as tarifas e comercializar bilhetes normalmente.

Voltando à reserva da AA,  o passageiro vê o código da AA em todos os voos do bilhete, mas a AA informa que ela não é a transportadora de fato.

São esses acordos codeshare que fazem com que, na hora que a gente procura o nosso voo no painel do aeroporto, apareçam diversos códigos de duas letras e 4 números diferentes na tela. Isso é sinal que nosso voo é feito em codeshare com outras companhias aéreas.

3 – Joint Venture

É o acordo mais intenso e extensivo entre duas ou mais companhias aéreas que exige, inclusive, aprovação governamental, uma vez que impacta, diretamente, a competitividade no setor. As empresas coordenam horários, preços, logística etc.

O voo codeshare entre JFK – LHR é parte da joint venture transatlântica que a American tem com a British Airways (a Iberia e a Finnair também fazer parte). A AA também tem uma joint venture com a JAL para voos transpacíficos.

A mesma AA teve uma joint venture com a LATAM aprovada pelo CADE em setembro do ano passado envolvendo EUA e Canadá, com América do Sul (Brasil, Chile, Colômbia, Paraguai, Peru e Uruguai). Com ela, as empresas vão compartilhar a malha aérea de passageiros e cargas e estabelecer preços comuns.

Espero que eu tenha esclarecido essas diferenças para vocês!

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38 COMENTÁRIOS

  1. Excelente texto! Até para saber usar melhor as ferramentas que existem para emissão de passagens com milhas, o entendimento e clareza sobre eles são muito importantes.

    A Sky Team, pelo que já observei duas vezes, tem um acordo de codeshare (ou talvez já seja uma joint venture?) bem interessante. Uma vez o Smiles fez uma trapalhada comigo em uma remarcação em um voo de volta da Ásia. É quase uma história do paleolítico do Smiles, porque ainda se podia remarcar bilhetes dentro da mesma zona quantas vezes se quisesse, se houvesse disponibilidade, por meros R$100. Você ligava na central e eles colocavam em uma fila de reemissão. A central dizia que o assento já estaria garantido naquele momento, mas não era verdade, porque a disponibilidade continuava no ar.

    Bem, eu estava voltando de ICN e precisei alterar minha data para conseguir visitar a DMZ (a zona desmilitarizada entre as Coréias), dado que minha data original de visita teve os passeios suspensos meio em cima da hora – sempre se está sujeito a isso lá. Liguei no Smiles e pedi a alteração, que estaria garantida, mas em fila para reemissão em até 48 horas. Em 48 horas eu recebi uma ligação um tanto desesperada do Smiles avisando que o voo da AF entre ICN e CDG não estaria disponível (o CDG GIG continuava com lugar)e querendo me mudar de data. Bati meu pé que o problema era deles. Enquanto falava, na minha mesa de trabalho, eu tinha visto todas as opções de voo com a AF naquela data, inclusive uma que era o code share da AF no 380 da KE (um quatrilhão de vezes preferível a um 77W da AF em C antiga para um voo diurno de 12 horas entre Coreia e França, dado o bar, o espaço, a aeronave e tal). Long story short, depois de meras quatro horas na linha com o Smiles (mas com as pessoas genuinamente interessadas em ajudar – aliás, os funcionários do Smiles podem ter tido seus limites de atuação podados ao longo do tempo, mas sempre foram excelentes comigo), o Smiles emitiu meu bilhete na “cota” da AF no voo da KE. Na verdade, claramente o Smiles tinha acesso ao inventário da AF neste tipo de code share, ele só não era disponibilizado no site.

    O que me deixou intrigado de como esse acordo entre AF e KE é mais específico é que o mapa de assentos que eu via no site da AF era limitado a determinados assentos, fileiras específicas mesmo da enorme C da KE nos 380. No site da KE, eu sequer conseguia marcar assentos. Eu era um passageiro AF, destinado a sentar nas cadeiras específicas da AF no voo. Eu já vi este arranjo outra vez na ST. Talvez seja mais comum com eles até por serem uma aliança menor e com poder mais concentrado.

    Ah! Ainda não estava em vigor qualquer acordo entre Smiles e KE, que depois foi firmado. Era um assento quase como que de propriedade da AF no avião da Korean mesmo. No final, eu adorei o enrosco, até porque voei muito melhor.

    E vamos lá: quem não curte ter um problema enorme com milhas, bilhetes e disponibilidades para resolver e tem aquele prazer no final de tudo ter dado certo? Cada um com sua cachaça! 😉

  2. Parabéns mais uma vez pelo excelente post, Beatriz! Estou com uma dúvida nesse sentido e quem sabe vc pode me ajudar. Adquiri no começo de janeiro junto à AA 3 passagens para Califórnia, com conexões em GRU e MIA. Consta no bilhete q tenho direito a 2 malas de 32 kg. Minha dúvida é a seguinte: na ida meus 2 primeiros voos serão operados pela Latam e na volta, somente o último voo, GRU-GYN. Nesse caso como ficariam as minhas franquias de bagagem? Vale a franquia de bagagem da AA, empresa junto à quem adquiri as passagens, ou da Latam que será responsável por 3 dos 6 voos irei fazer?

      • Oi Beatriz. Sei disso. Devemos agradecer à Anac, mas comprei antes da alteração. Então, em tese, a Latam não pode barrar malas q tenham até 32 kg. Muito obrigada.

      • Continuo em dúvida rs. Vale a franquia da Latam então? A cia q me transportará nos 2 primeiros voos. É isso? E na volta? Como fica? Aff… Que difícil de entender. E juro q não sou burra…

        • Oi Anna, a resposta depende de algumas variáveis. A classe de voo, se vc tem status com a LATAM ou com a AA, o seu nível de status, e as regras tarifárias do seu bilhete. Por isso que eu não consigo responder como vc gostaria. O ideal seria vc ligar para a transportadora de fato e perguntar.

          • Muito obrigada pela sua paciência, Beatriz! Vou ligar na AA e tentar descobrir. Por incrível q pareça já liguei 2 vezes e obtive 2 respostas diferentes rs. Mas uma vez, parabéns pelo blog. Ele é o único imparcial nesse segmento.

  3. Parabéns e MUITO obrigado pela paciência em nos explicar cada detalhe..
    Ficou perfeito…
    E mostra o respeito/carinho que vc tem por seu leitor…
    Clap…clap…clap…

  4. Excelente texto! Até para saber usar melhor as ferramentas que existem para emissão de passagens com milhas, o entendimento e clareza sobre eles são muito importantes.

    A Sky Team, pelo que já observei duas vezes, tem um acordo de codeshare (ou talvez já seja uma joint venture?) bem interessante. Uma vez o Smiles fez uma trapalhada comigo em uma remarcação em um voo de volta da Ásia. É quase uma história do paleolítico do Smiles, porque ainda se podia remarcar bilhetes dentro da mesma zona quantas vezes se quisesse, se houvesse disponibilidade, por meros R$100. Você ligava na central e eles colocavam em uma fila de reemissão. A central dizia que o assento já estaria garantido naquele momento, mas não era verdade, porque a disponibilidade continuava no ar.

    Bem, eu estava voltando de ICN e precisei alterar minha data para conseguir visitar a DMZ (a zona desmilitarizada entre as Coréias), dado que minha data original de visita teve os passeios suspensos meio em cima da hora – sempre se está sujeito a isso lá. Liguei no Smiles e pedi a alteração, que estaria garantida, mas em fila para reemissão em até 48 horas. Em 48 horas eu recebi uma ligação um tanto desesperada do Smiles avisando que o voo da AF entre ICN e CDG não estaria disponível (o CDG GIG continuava com lugar)e querendo me mudar de data. Bati meu pé que o problema era deles. Enquanto falava, na minha mesa de trabalho, eu tinha visto todas as opções de voo com a AF naquela data, inclusive uma que era o code share da AF no 380 da KE (um quatrilhão de vezes preferível a um 77W da AF em C antiga para um voo diurno de 12 horas entre Coreia e França, dado o bar, o espaço, a aeronave e tal). Long story short, depois de meras quatro horas na linha com o Smiles (mas com as pessoas genuinamente interessadas em ajudar – aliás, os funcionários do Smiles podem ter tido seus limites de atuação podados ao longo do tempo, mas sempre foram excelentes comigo), o Smiles emitiu meu bilhete na “cota” da AF no voo da KE. Na verdade, claramente o Smiles tinha acesso ao inventário da AF neste tipo de code share, ele só não era disponibilizado no site.

    O que me deixou intrigado de como esse acordo entre AF e KE é mais específico é que o mapa de assentos que eu via no site da AF era limitado a determinados assentos, fileiras específicas mesmo da enorme C da KE nos 380. No site da KE, eu sequer conseguia marcar assentos. Eu era um passageiro AF, destinado a sentar nas cadeiras específicas da AF no voo. Eu já vi este arranjo outra vez na ST. Talvez seja mais comum com eles até por serem uma aliança menor e com poder mais concentrado.

    Ah! Ainda não estava em vigor qualquer acordo entre Smiles e KE, que depois foi firmado. Era um assento quase como que de propriedade da AF no avião da Korean mesmo. No final, eu adorei o enrosco, até porque voei muito melhor.

    E vamos lá: quem não curte ter um problema enorme com milhas, bilhetes e disponibilidades para resolver e tem aquele prazer no final de tudo ter dado certo? Cada um com sua cachaça! 😉

  5. Parabéns mais uma vez pelo excelente post, Beatriz! Estou com uma dúvida nesse sentido e quem sabe vc pode me ajudar. Adquiri no começo de janeiro junto à AA 3 passagens para Califórnia, com conexões em GRU e MIA. Consta no bilhete q tenho direito a 2 malas de 32 kg. Minha dúvida é a seguinte: na ida meus 2 primeiros voos serão operados pela Latam e na volta, somente o último voo, GRU-GYN. Nesse caso como ficariam as minhas franquias de bagagem? Vale a franquia de bagagem da AA, empresa junto à quem adquiri as passagens, ou da Latam que será responsável por 3 dos 6 voos irei fazer?

      • Oi Beatriz. Sei disso. Devemos agradecer à Anac, mas comprei antes da alteração. Então, em tese, a Latam não pode barrar malas q tenham até 32 kg. Muito obrigada.

      • Continuo em dúvida rs. Vale a franquia da Latam então? A cia q me transportará nos 2 primeiros voos. É isso? E na volta? Como fica? Aff… Que difícil de entender. E juro q não sou burra…

        • Oi Anna, a resposta depende de algumas variáveis. A classe de voo, se vc tem status com a LATAM ou com a AA, o seu nível de status, e as regras tarifárias do seu bilhete. Por isso que eu não consigo responder como vc gostaria. O ideal seria vc ligar para a transportadora de fato e perguntar.

          • Muito obrigada pela sua paciência, Beatriz! Vou ligar na AA e tentar descobrir. Por incrível q pareça já liguei 2 vezes e obtive 2 respostas diferentes rs. Mas uma vez, parabéns pelo blog. Ele é o único imparcial nesse segmento.

  6. Parabéns e MUITO obrigado pela paciência em nos explicar cada detalhe..
    Ficou perfeito…
    E mostra o respeito/carinho que vc tem por seu leitor…
    Clap…clap…clap…

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